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terça-feira, julho 16, 2013

A casa de bonecas






Sonho:
Desejo, se você não fosse da família...

Desejo:
Mas eu sou.

Sonho:
Sim. Você é.
Desejo, escute com atenção. Lembre-se disso.
Nós, os perpétuos somos servos dos vivos, não seus mestres. Nós existimos porque eles sabem, no fundo de seus corações, que existimos.
Quando o último ser vivo deixar esse universo, nossa tarefa estará concluída.
E nós não os manipulamos. É mais correto dizer que eles nos manipulam. Somos seus brinquedos. Suas bonecas, se preferir.
E você... Desespero e até a pobre Delírio deveriam se lembrar disso.

Desejo:
Eu... Eu não entendo.

Sonho:
Eu temia que não compreendesse. Muito bem.
Eu lhe direi algo que ENTENDERÁ, irmã-irmão. Mexa comigo ou com os meus novamente, e ESQUECEREI que você é da família Desejo.
Você se julga forte o suficiente para ficar contra MIM? Contra MORTE? Contra DESTINO?

Desejo:
Não.

Sonho:
Lembre-se disso da próxima vez que se sentir inspirada a interferir nos meus assuntos.
Lembre-se bem.

“E Desejo caminha pelas câmaras de seu coração. Ela caminha pelo Limiar, sua cidadela e sua proteção. E se pergunta:”

Desejo:
O que ele quis dizer? Que nós somos brinquedos deles?
Os seres humanos são criaturas de Desejo. Eles se contorcem e se dobram conforme minhas exigências. Se eu pensasse de outra forma, teria enlouquecido, como Delírio. Ou abandonaria meu reino como nosso irmão perdido.
Pobre Sonho...
Eu realmente o incomodei dessa vez.








(Gaiman, Neil.  in: Sandman: A casa de bonecas. Ed. CONRAD - VERTIGO, p. 226-227)


sábado, janeiro 28, 2012

Cafuné ou Escuto a música de uma nave que se aproxima


O fato é que ando fazendo novas ilustrações e voltei a ter vontade de mexer no Photoshop. Não que eu tenha habilidade com cores, luz e sombras, mas que tem me dado vontade de brincar com algo além do preto e branco, ah isso tem.

Após uma semana de perdas tive o grande presente de estar reunido com amigos e seus cachorros no sábado. É ótimo ter amigos artistas, compadre e comadre então nem se fala. Tarde colorida, chuva só no finalzinho, clima agradável, grama, crianças e cachorros.

Levei um cachorro invisível, só eu podia vê-lo. Ficou brincando por lá, cheirando os outros cachorros sem eles perceberem. Ah danado! Voltou comigo no carro sem problemas.

Falei com Lula que andava com vontade de desenhar novamente e que pensei em fazer alguma brincadeira com as músicas da banda dele: A nave




Banda bacana, com músicos extraordinários. As músicas então... cotidiano real, nossas vidas. Do pancadão ao passeio pela praia com o cachorro Oscar.

Pra terminar esse post de agradecimento pela ótima tarde de sábado, uma música dA Nave (é só apertar play).




 

Você pode encontrar A Nave em: anavemusica.com.br/
Download do EP Clicando Aqui
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